domingo, 20 de fevereiro de 2011

Simplesmente Ronaldo!

Ronaldo Luís Nazário de Lima nasceu no Rio de Janeiro, no dia 22 de setembro de 1976. Seu sonho era jogar no Flamengo, time do coração, porém sua estréia no futebol profissional foi defendendo o Cruzeiro, aos 16 anos.
Em 1994 foi convocado pela seleção profissional para disputar a Copa do Mundo. Assim conseguiu o primeiro título mundial da carreira. Antes mesmo deste campeonato, Ronaldo já havia sido vendido ao PSV, onde se destacou e logo chamou a atenção de outros grandes clubes europeus.
O atacante defendeu diversos times importantes como o Barcelona, onde ganhou o apelido de "Fenômeno", a Internazionale, Real Madri, Milan. Ronaldo chegou a treinar no Flamengo, esperando uma proposta para finalmente defender o time de infância, mas como não houve interesse real da diretoria rubro-negra, o craque veio para São Paulo jogar no Corinthians, onde se aposentou.
A carreira de Ronaldo, conhecido também como Ronaldinho, passou por períodos de graves contusões, escândalos pessoais, porém nenhuma turbulência afetou a brilhante passagem do atleta pelos campos mundiais.
Quem viu o camisa 9 jogar tem certeza de que foi um dos maiores. A habilidade, a facilidade para marcar gols não é vista em qualquer lugar. Não é por acaso que foi eleito 3 vezes o melhor do mundo.
A geração dos anos 90 sabem muito bem o que é ter Ronaldo como ídolo. Todos queriam encarnar o craque quando jogavam com os amigos, na várzea. Ronaldo tem fãs como poucos, porque não encantou somente uma nação, encantou o mundo inteiro.
Ronaldo é artilheiro, brasileiro e único. Temos orgulho de poder ter visto um jogador desse defendendo nosso país e já sentimos saudades dos jogos da seleção com aquele famoso grito após o gol: "RRRRonaldinho!". O craque parou, mas as lembranças ficarão vivas na memória daqueles que o viram jogar. Por isso obrigada, Ronaldo!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O camisa 10

O camisa "10" é a alma do time. O jogador responsável pela criatividade da equipe, o ídolo da torcida, o homem habilidoso que costuma fazer grandes jogadas e dar lindos dribles. Vestir essa camisa é motivo de orgulho, mesmo na várzea. Quem não quer ter um "10" estampado nas costas?
Craques que se identificavam com esse número fizeram história e encantaram gerações, como  no caso de Rivelino, Ademir da Guia, Maradona, Zidane e, o maior de todos, o "Rei" Pelé. Porém, hoje não é tão fácil encontrar camisas "10" como os de antigamente. Antes haviam muitos jogadores que faziam a diferença no meio campo e utilizavam sua habilidade de forma objetiva.
É difícil explicar essa absitnência de camisas "10". Talvez o futebol tenha mudado muito e os interesses não são mais os mesmos. Talvez o esporte tenha se tornado muito comercial e por falta desses jogadores há a necessidade de se "criar" craques, mesmo que eles não sejam. Até porque futebol não sobrevive sem ídolos.
Na seleção brasileira não é diferente. Cadê aquele atleta que arme a jogada com um toque de brilhantismo, que dê rapidez e saiba se virar nos momentos mais difíceis do jogo? Temos o Ganso e esperamos ver dele o bom futebol apresentado no Santos, além do Lucas que é uma promessa e, na minha opinião, tem tudo pra dar certo. Depois de Zidane, alguém se lembra de um "10" que fez ou faça diferença no cenário mundial? Espero que a nova safra de jogadores nos presenteiem com a volta dos grandes e majestosos camisas "10"!