terça-feira, 26 de abril de 2011

El Clássico

Principais craques da Partida: Messi e Cristiano Ronaldo

Amanhã, pela semifinal da Liga dos Campeões, o estádio Santiago Bernabeu receberá um dos maiores clássicos mundiais, Real Madrid x Barcelona. O confronto que é apelidado de "El Clássico" ou "El derbi español" completa 99 anos no próximo dia 13 de maio e promete agitar a próxima fase da maior competição européia.
As polêmicas da última partida, que ocorreu semana passada pela final da Copa do Rei  quando o Real se sagrou campeão, e a troca de farpas em entrevistas já exaltaram os ânimos dos adversários. A declaração mais polêmica foi a do técnico madrilenho José Mourinho, que fez duras criticas à Guardiola, comandante do Barcelona. Ao tomar conhecimento das declarações, o técnico catalão revidou.
Fora as diferenças extra campo, o jogo de amanhã chama atenção pela quantidade de craques. O argentino Messi, nos últimos três jogos no Bernabeu marcou quatro gols e, ao todo, na temporada já sacudiu as redes 50 vezes. Pelo Real Madrid o destaque é o português Cristiano Ronaldo, que foi decisivo última partida entre os rivais.
Com todos esses fatores e a rivalidade, o jogo de amanhã torna-se imprevisível. Façam suas apostas e que vença o melhor!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ricardo Teixeira por trás da crise

         O que não falta na gestão do atual presidente da CBF Ricardo Teixeira é polêmica. No cargo desde 1989, o dirigente se mostra defensor ferrenho de seus interesses e consolidou uma dinastia no cenário futebolistico brasileiro que é contestada por muitos.
        A crise atual do Clube dos 13 não poderia deixar de ter um "dedo" de Teixeira. Mas, para contextualizar o leitor, vale antes explicar o que é e como funciona a entidade.
         O Clube dos 13, até então, era formado pelos 20 maiores clubes do país (Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo,Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo, Vasco, Atlético Paranaense, Coritiba, Goiás, Guarani, Portuguesa, Sport e Vitória). Uma das suas tarefas mais importantes é negociar os direitos de transmissão dos campeonatos no país, como o Brasileirão.
        O racha no Clube dos 13 se acentuou nas eleições do ano passado, em que o candidato Kléber Leite, apoiado por Ricardo Teixeira e seu alido Andrés Sanchez , presidente do Corinthians, foi vencido por Fábio Koff, que é ligado a Juvenal Juvêncio, claro desafeto do presidente corinthiano. Para "apimentar" a crise, Teixeira ajudou a causar atrito entre São Paulo e Flamengo, no episódio da Taça das Bolinhas.
        Enfim, a maior discórdia entre os dirigentes dos times gira em torno dos direitos de transmissão. O Clube dos 13 acenou com a possiblidade de negociar com outras emissoras de televisão o diretito de transmitir o Campeonato Brasileiro no triênio 2012-2014, já que não há clausula que garanta exclusividade de transmissão à Rede Globo.
       Porém, o mandatário Corinthiano que por incrível coincidência é aliado à Ricardo Teixeira e este, por sua vez tem excelente relação com a poderosa emissora carioca, foi o primeiro a discordar dos métodos adotados pelo Clube dos 13. Sanchez, que já anunciou o desligamento do Corinthians da entidade, assim como o Coritiba, quer negociar por conta própria com as emissoras.
      Os quatro grandes cariocas também mostraram interesse em sair do Clube dos 13, mas Fábio Koff alega que Flamengo, Botafogo, Fluminense e Vasco devem cerca de R$60 milhões à associação, assim, esses times não podem se desligar da entidade.
      Com isso, os clubes do Rio de Janeiro e agora o Palmeiras afirmam que não se afastarão do Clube dos 13 mas negociarão separadamente os direitos de transmissão. A organização, assim, fica cada vez mais rachada e a tendência é a crise aumentar.
      Moral da história: Os clubes brasileiros entram em disputas de poder e dinheiro instigadas por Ricardo Teixeira. A situação do futebol no país fica cada vez mais precária, porque os dirigentes se deflagram e Teixeira se mantém à frente da CBF. Somos obrigados a conviver com raposas velhas mandando no nosso futebol, essa é a realidade no Brasil.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Simplesmente Ronaldo!

Ronaldo Luís Nazário de Lima nasceu no Rio de Janeiro, no dia 22 de setembro de 1976. Seu sonho era jogar no Flamengo, time do coração, porém sua estréia no futebol profissional foi defendendo o Cruzeiro, aos 16 anos.
Em 1994 foi convocado pela seleção profissional para disputar a Copa do Mundo. Assim conseguiu o primeiro título mundial da carreira. Antes mesmo deste campeonato, Ronaldo já havia sido vendido ao PSV, onde se destacou e logo chamou a atenção de outros grandes clubes europeus.
O atacante defendeu diversos times importantes como o Barcelona, onde ganhou o apelido de "Fenômeno", a Internazionale, Real Madri, Milan. Ronaldo chegou a treinar no Flamengo, esperando uma proposta para finalmente defender o time de infância, mas como não houve interesse real da diretoria rubro-negra, o craque veio para São Paulo jogar no Corinthians, onde se aposentou.
A carreira de Ronaldo, conhecido também como Ronaldinho, passou por períodos de graves contusões, escândalos pessoais, porém nenhuma turbulência afetou a brilhante passagem do atleta pelos campos mundiais.
Quem viu o camisa 9 jogar tem certeza de que foi um dos maiores. A habilidade, a facilidade para marcar gols não é vista em qualquer lugar. Não é por acaso que foi eleito 3 vezes o melhor do mundo.
A geração dos anos 90 sabem muito bem o que é ter Ronaldo como ídolo. Todos queriam encarnar o craque quando jogavam com os amigos, na várzea. Ronaldo tem fãs como poucos, porque não encantou somente uma nação, encantou o mundo inteiro.
Ronaldo é artilheiro, brasileiro e único. Temos orgulho de poder ter visto um jogador desse defendendo nosso país e já sentimos saudades dos jogos da seleção com aquele famoso grito após o gol: "RRRRonaldinho!". O craque parou, mas as lembranças ficarão vivas na memória daqueles que o viram jogar. Por isso obrigada, Ronaldo!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O camisa 10

O camisa "10" é a alma do time. O jogador responsável pela criatividade da equipe, o ídolo da torcida, o homem habilidoso que costuma fazer grandes jogadas e dar lindos dribles. Vestir essa camisa é motivo de orgulho, mesmo na várzea. Quem não quer ter um "10" estampado nas costas?
Craques que se identificavam com esse número fizeram história e encantaram gerações, como  no caso de Rivelino, Ademir da Guia, Maradona, Zidane e, o maior de todos, o "Rei" Pelé. Porém, hoje não é tão fácil encontrar camisas "10" como os de antigamente. Antes haviam muitos jogadores que faziam a diferença no meio campo e utilizavam sua habilidade de forma objetiva.
É difícil explicar essa absitnência de camisas "10". Talvez o futebol tenha mudado muito e os interesses não são mais os mesmos. Talvez o esporte tenha se tornado muito comercial e por falta desses jogadores há a necessidade de se "criar" craques, mesmo que eles não sejam. Até porque futebol não sobrevive sem ídolos.
Na seleção brasileira não é diferente. Cadê aquele atleta que arme a jogada com um toque de brilhantismo, que dê rapidez e saiba se virar nos momentos mais difíceis do jogo? Temos o Ganso e esperamos ver dele o bom futebol apresentado no Santos, além do Lucas que é uma promessa e, na minha opinião, tem tudo pra dar certo. Depois de Zidane, alguém se lembra de um "10" que fez ou faça diferença no cenário mundial? Espero que a nova safra de jogadores nos presenteiem com a volta dos grandes e majestosos camisas "10"!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A novela perto do capítulo final


A longa história envolvendo o futuro de Ronaldinho Gaúcho, ao que tudo indica, está para acabar. No final do ano passado, clubes brasileiros e, também, o inglês Blackburn começaram a se mexer para contar com o atacante que pertence ao Milan (ITA).  Porém, muito se falou nas propostas de Flamengo, Palmeiras e Grêmio.
O clube Carioca, em parceria com a Traffic e Olympikus, ofereceu um salário mensal de 1 milhão de reais ao jogador, fora royalties em venda de camisas e 50% do valor de patrocínios adquiridos pelo time. Em troca, as empresas interessadas explorariam a imagem do atleta.
Já o Palmeiras, com a proposta salarial de 1,3 milhão de reais por mês, a maior entre os clubes, e o valor integral do patrocínio na manga da camisa do time, traria o jogador com a ajuda de uma empresa petrolífera.
O Grêmio, com junto com um grupo de empresários, ofereceu 300 mil reais para Ronaldinho vestir a camisa tricolor, fora o percentual obtido pelo clube com lucros de imagem.
Além das propostas financeiras, cada time possuí atrativos diferentes que podem convencer o craque. O Flamengo, por ser um clube de massa, é muito badalado e, talvez, fosse mais fácil para Ronaldinho se adaptar, já que está fora de forma e as torcidas de Grêmio e Palmeiras têm fama de serem mais exigentes. Se optasse pelo time paulista, Gaúcho voltaria a ser comandado por Luiz Felipe Scolari, com quem foi pentacampeão e jogaria no campeonato paulista que possuí grande visibilidade, ajudando em uma possível volta à seleção brasileira. O Grêmio representaria a volta à casa e a participação em uma Libertadores da América.
Ontem surgiu a notícia do interesse do Corinthians pelo jogador porém, tudo indica que Ronaldinho irá para o Grêmio. Hoje o jogador declarou que, se fosse por ele, já vestiria a camisa do tricolor de Porto Alegre e, em entrevista coletiva, Paulo Odone, presidente do Grêmio, declarou que o acerto está bem próximo.
Enfim, após mistérios e muito otimismo das diretorias envolvidas, devido à grande e, até duvidosa, habilidade do empresário e irmão de Ronaldinho em conduzir as negociações, a novela parece ter seu capítulo final. E, pelo jeito, a torcida do Grêmio terá o final feliz.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Especulações e sonhos

Enquanto os campeonatos pelo Brasil não começam, os times, como de costume, procuram reforços e traçam metas para o ano que vem. Nomes de jogadores que estão no exterior são mencionados e especulações se criam, mexendo com o imaginário do torcedor.
Adriano, que hoje defende o Roma, foi o jogador mais falado da semana por, supostamente, ser cotado em grandes clubes, como o Palmeiras, Flamengo e Corinthians que, por intermédio de seu diretor de futebol, Roberto de Andrade, havia anunciado o acerto com o Imperador. Porém o presidente corinthiano, Andrés Sanchez, desmentiu a informação.
Em entrevista divulgada hoje pelo jornal italiano "Corriere dello Sport", Adriano afirmou que ficará no Roma, frustrando os planos dos brasileiros, "O que conta é o que eu digo e repito pela enésima vez que o Roma é e será meu time".
Outro grande jogador mencionado no mercado da bola brasileiro é Ronaldinho Gaúcho. Depois de Roberto Assis, irmão do craque, afirmar que há uma grande chance do jogador voltar ao Brasil, os clubes se animaram. O Palmeiras é um dos principais interessados e até cogita uma parceria para trazer Gaúcho, mas a dificuldade financeira enfrentada pelo time paulista deixa dúvidas se o verdão realmente teria condições de contratar um jogador de tal porte.
Já os São Paulinos sonham com o meia Alex, que hoje está no Fenerbahçe, da Turquia. Mesmo o jogador tendo grande identificação com o rival Palmeiras, ele não descarta a vinda ao tricolor.
Agora resta ao torcedor esperar pelo presente de natal. Só cuidado para não sonhar com um Adriano e acordar com um Val Baiano.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sul-Americana é argentina

A edição de 2010 do campeonato que, antes, era desvalorizado pelos times brasileiros e, agora dá uma vaga para a competição mais desejada das Américas - a taça Libertadores - acabou.
O embate entre Goiás e Independiente foi digno de uma bela batalha final. Mesmo com a vantagem de 2 gols construída na quarta feira passada, o time brasileiro sucumbiu ao caldeirão "Rojo".
Guerreiro, o time de Goiânia desacreditado e reibaixado na competição nacional, surpreendeu torcedores e criticos do futebol. Seu grande feito foi eliminar o Palmeiras em pleno Pacaembu lotado, coisa que nem o palmeirense menos otimista acreditava. Chegou a final com moral para enfrentar o difícil Independiente que, mesmo com má colocação no campeonato argentino, não deixa de ser um forte adversário por possuir caracteristicas que só o futebol de seu pais apresenta. Definitivamente, os argentinos tem a manha das comeptições internacionais.
Mesmo pressionado constantemente durante a partida dessa quarta, dia 8, o "Rey de Copas" conseguiu estabelecer a vantagem de 3x1 no placar e levar a decisão para os pênaltis. E, quando os Deuses do futebol intereferem na partida, não tem jeito. Por milagre e, lógico, competência, o Independiente sagrou-se campeão nos penais.
Com esse resultado, o Goiás não disputará nenhuma comeptição internacional ano que vem, já que foi rebaixado no Brasileirão e vaga da Libertadores fica para o Grêmio. Resta ao time verde ressurgir das cinzas!